segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Interseção de extremos
É o pessimismo repetido que me deixa assim, dois séculos atrasada. Onde de céis azuis tiro ausência de nuvens e de céis nublados tiro ausência de luz. Não é o Byronismo que eu procuro, entenda, é a moça do tempo que me faz o que sou. E é nessa interseção de Lord Byron e Jean-Paul Sartre que eu passo meus dias. Eu gosto e tudo continua na mesma.
