sexta-feira, 29 de maio de 2009

O álcool entra, a mentira sai

Atiro hipocrisias em olhos brilhantes, sorrisos em meio à magoas e risadas em verdades cruéis. Espalho o cinismo de mesa em mesa, sento no colo da tristeza, me atiro nos braços da falsidade. Fecho os olhos pra não ver o que vivo e enxergar minha mais doce realidade ou o mais próximo sonho que vier. Deixo as lágrimas secarem antes de cair, a luz apagar antes de acender e jogo os braços na primeira música que escutar. Sorrio e me encontro na realidade da crença.